Shows do Angra no Nordeste

O Angra vai se apresentar em várias cidades do NE esse mês de Maio

O TERRA PRIMA irá abrir os shows da banda nessa tour, a banda já está em São Paulo nos processo finais de gravação de seu novo disco.


25/05/14NatalArmazém HallBrasil
24/05/14FortalezaComplexo ArmazémBrasil
23/05/14CaruaruFaficaBrasil
22/05/14MaceióOrakuloBrasil

CARUARU

DATA: SEXTA 23 DE MAIO DE 2014
HORA: 21H HS
LOCAL: FAFICA
1º LOTE: R$ 65,00

PONTOS DE VENDA EM CARUARU:

Estudantil Musical:

Rua Vigário Freire, 04 - Centro - Caruaru - PE
Fone: (81) 2103-4867

Shopping Difusora
Av. Agamenon Magalhães, 444 - Maurício de Nassau - Caruaru - PE
Fone: (81) 2103.4190

PONTOS DE VENDA NO RECIFE:
Blackout Discos:
Rua do Riachuelo, 189 - Boa Vista, Recife - PE,
(81) 3221-2091
Disco de Ouro:
Rua 7 Setembro , 307 lj 5 , Boa Vista, Recife - PE
(81) 3423-3345

VENDAS ONLINE PELO SITE EM ATE 12x NO CARTÃO DE CRÉDITO (O site cobra taxa de serviço).
https://ticketbrasil.com.br/show/angra-caruaru-pe/

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MACEÍO
Pontos de venda: Cactus - Instrumentos Musicais (Farol)
Freaks - Maceió Shopping - 2º piso

On-line pelo Ticket Brasil - http://bit.ly/IngressoAngraMaceio
Só lembrando que os valores são:
- R$ 60 (meia)
- R$ 70 (social - inteira + 1kg)
Levem o alimento na hora da compra.
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NATAL
DATA: DOMINGO 25 DE MAIO DE 2014
HORA: 18:00 HS
LOCAL: ARMAZEM HALL. Rua Chile s/n, Ribeira, Natal
INGRESSOS: R$ 65,00 (ESTUDANTE), R$ 130,00 (INTEIRA) 
https://ticketbrasil.com.br/show/angra-rn/

*** MENORES SOMENTE ACOMPANHADOS!

INGRESSOS A VENDA:

1- LOJA MAX ROCK: Av. Deodoro da Fonseca, 410, Centro, Natal. Próximo ao supermercado Nordestão. Segunda a sexta: 09:00 - 18:00hs / Sábado: 09:00 – 13:00hs
T: (84) 8892-2126

2- LOJA THINKY: Av. Senador Salgado Filho, 1621, Lagoa nova, ao lado do Whiplash Bar. Segunda a sexta: 09:00 - 12:00hs / das 14:00 – 19:00hs. Sábado: 09:00 – 13:00hs 
T: (84) 3025-1690
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FORTALEZA
SÁBADO , 24 DE MAIO AS 21;00
NO COMPLEXO ARMAZÉM .


1º LOTE: R$ 65,00


INFORMAÇÕES E PONTO DE VENDAS :

Planet CDS:
RUA SENADOR POMPEU - 834
SALA 207 - GALERIA PEDRO JORGE
CENTRO - FORTALEZA - CE
TELEFONE: 85 3253.3981

GuitarTrix:
AV DOM LUIS - 300
LOJA 300 - SHOPPING AVENIDA
ALDEOTA - FORTALEZA - CE
TELEFONE: 85 3224.2260

Video Rock Locadora:
AV 09 - 399 - Jereissate 2
Maracanaú - CE
Fone: 85 3382.3200 ; 8808.7034
Wando Silva


TICKET BRASIL: https://ticketbrasil.com.br/show/angra-ce/

Firetomb - Anunciado novo Baterista da banda



Zeka Aranha é o novo baterista do Cruor! o músico que fez parte da formação do Cruor, agora é o novo "cozinheiro" da banda, um músico com um nível absurdo de tecnica o FIRETOMB espera todos no show em Carpina dia 20 de Julho
O Site Brigada Metal estará cobrindo esse show com grandes nomes da cena local! 

Por - @Lucca_Heavy

Circle II Circle no Recife!

A Banda americana de Power Metal, Circle II Circle vai se apresentar 15 de Junho no Downtown Pub! O Brigada Metal estará lá cobrindo todo o evento, logo mais resenha desse incrível show, onde Zak Stevens (ex-Savatage) vai cantar o disco Edge of Thorns na íntegra, e clássicos do Circle II Circle

Serviço : I
NGRESSOS: R$ 50,00 (MEIA) • R$ 60,00 (SOCIAL + 1kg DE ALIMENTO OU 1 LIVRO)
INGRESSOS NO DIA DO SHOW: R$ 60,00 (MEIA) • R$ 70,00 (SOCIAL + 1kg DE ALIMENTO OU 1 LIVRO)
Obs: Ingressos de meia entrada é obrigatória a carteira de estudante. 

INGRESSOS A VENDA NAS LOJAS:

• Blackout Discos - R. do Riachuelo, 189 - Boa Vista.
Fone: (81) 3221-2091

• Disco de Ouro - R. Sete de Setembro, 307, loja 05 - Boa Vista.
Fone: (81) 3423.3345

• Vinil Alternativo - R. Sete de Setembro, 105, sala 05 - Boa Vista.
Fone: (81) 3222.2385

Por - @Lucca_Heavy

Resenha: Sodom – Epitome Of Torture


   

   Ao lado do Kreator e do Destruction, a banda moldou o thrash com uma pegada mais violenta do que o surgido nos Estados Unidos, com influências de Black metal. Ao contrário dos conterrâneos, o Sodom nunca tentou experimentar e fugir bastante da fórmula a que a que se propôs desde o início. E com uma discografia bastante consistente, nunca lançou um “Endorama” ou “The Least Sucessful Human Cannonball”. Na ativa desde 1981, os veteranos do thrash germânico lançam esse mês seu mais novo álbum, “Epitome Of Torture”, pela gravadora Steamhammer.
   O novo trabalho inicia com “My Final Bullet”, intensa faixa que começa com um dedilhado, e logo evolui para uma levada contagiante, em que o baixo comanda e consegue deixar a cozinha bem consistente. Thrash sem frescuras, mostrando que os cinquentões ainda conseguem fazer um som bastante violento. Seguindo com “S.O.D.O.M.”, faixa onde o vocal é mais cadenciado que a faixa anterior, e apesar de simples, traz a sonoridade peculiar da banda.
   “Epitome Of Torture”, faixa que dá nome ao álbum, segue a fórmula da faixa anterior, só que ao decorrer da música, percebemos uma caída na agressividade, principalmente na segunda metade, onde a faixa é em sua maior parte bem cadenciada. “Stigmatized” é sensacional, sem dúvidas uma das melhores do álbum, temos uma faixa com um peso descomunal que faz-nos relembrar os primeiros trabalhos do Sodom. Com um pouco menos de 3 minutos, a faixa traz tudo que uma boa faixa de thrash precisa: rapidez e agressividade. Destaque para a alternância para um vocal gutural que lembra bandas como Benediction, uma ótima sacada do Angelripper.  Continuando com “Cannibal”, faixa cadenciada e que possue um refrão muito bem feito e melódico: “Shreds of skin, a sea pulsing mud, alive a new by your raging death. I’m the god of blood for all to see, a cannibal of lust – that’s me!”.

   Logo depois temos a minha faixa preferida do trabalho: “Shoot today, kill tomorrow”. Matadora, insana, adjetive como quiser, mas a prova que a banda ainda está com todo gás é apresentada nessa faixa. Conseguindo ser ainda mais instigante que “Stigmatized”, o que ouvimos é um Sodom totalmente inspirado, e essa faixa com certeza agradará qualquer fã de thrash metal, mesmo os mais puristas. Um som nolstágico e que nem parece ter sido feito em pleno 2013, e sim no período mais fértil do estilo. “Invocating The Demons” é uma faixa bem melódica, e mostra o lado que atualmente é bem explorado pelas bandas veteranas. Com uma ótima alternância entre passagens rápidas e extasiantes, para passagens mais calmas, a construção da música é bem interessante, destaque para a guitarra de “Bernemann”, que com um riff não tão comum para o thrash, leva a música com grande maestria, principalmente em seu solo, onde não existe aquela chuva de notas, e em vez do shred guitar, optou pela simplicidade, e de certa maneira nos propiciou uma faixa bem diversa de todo material.
   “Katjuschka”, grande faixa que tem como tema a grande canção russa de mesmo nome, que ficou bastante famosa na segunda guerra mundial, e também deu nome ao famoso lançador de foguetes usado pelo Exército Vermelho. Nota-se a exposição sonora do tema logo na parte introdutória da música, e quanto ao conteúdo lírico, temos o refrão bastante pegajoso:  “Katjuscha look at her face, Katjuscha and you’ll find out, Katjuscha clawing at the eyes of god.
   “Into The Skies Of War” sinceramente eu achei uma faixa que deixou bastante a desejar, apostando novamente num thrash mais melódico (aos moldes do que fez no último trabalho, o “In War And Pieces”), só que sem muito êxito ao que se propõe. Fechando o álbum ainda temos “Tracing The Victim”, outra faixa bastante melódica e que também não considero um dos pontos altos do álbum.
   Cheguei a conclusão que o trabalho consegue obter consistência, é totalmente recomendado para admiradores de thrash, seja old school, ou seguindo uma linha mais melódica, o trabalho tem uma versatilidade muito bem inserida entre as suas faixas.  Na execução, a cozinha do álbum me impressionou, achei o trabalho do Angelripper genial no baixo, e a bateria me soou muito melhor que no trabalho anterior, o que mostra que o novo membro, Markus Freiwald, não deixou a desejar. Bernemann, como sempre, mostrou o porque de estar há 16 anos na banda, sabendo explorar bem seu trabalho como único guitarrista, alternando riffs enérgicos com frases mais melódicas.  Quanto aos pontos negativos, acredito que o Sodom realmente não consegue êxito quando tenta compor faixas tão melódicas como “Trace the Victim”. O que nos conforta, é que num som porrada eles sabem o que fazem, essa é a praia que eles devem continuar, e deixar a vibe melódica para o Kreator. Enfim, um ótimo trabalho que com certeza merece a audição. Em meio a estagnação do Thrash Metal, o Sodom ainda consegue ser autêntico e nos propiciar um belo material.
   A banda tem datas agendadas para o Brasil, e o público de 6 cidades poderão conferir a apresentação do grupo. Quem sabe eles não mandam um som novo pra galera? Vamos torcer para isso, porque o novo material não deixa a desejar.
Segue as datas:
14/04 – São Paulo
16/04 – Rio de Janeiro
17/04 – Belém
19/04 – Salvador
20/04 – Recife  
21/04 – Belo Horizonte

Eu não vou deixar de prestigiar a banda, e recomendo que você faça o mesmo.

Informações técnicas

Tracklist:

1.           My Final Bullet
2.           S.O.D.O.M.
3.           Epitome of Torture
4.           Stigmatized
5.           Cannibal
6.           Shoot Today Kill Tomorrow
7.           Invocating The Demons
8.           Katjuschka
9.           Into The Skies of War
10.         Tracing the Victim

Membros:
Bernemann                            Guitarra
Tom Angelripper                   Baixo, Vocal
Markus Freiwald                   Bateria


Data de Lançamento: 26 de abril de 2013

Avaliação: 8,0
Prós:

  •          Cozinha perfeita durante todo o álbum. Destaque para o baixo de Tom Angelripper.

  •          Algumas faixas agressivas lembram o período clássico da banda.


Contras:

  •          A banda definitivamente não tem êxito quando tenta fazer canções tão melódicas quanto “Trace the Victim”.

Links: 
Homepage: http://sodomized.info/
Facebook: http://www.facebook.com/sodomized
Twitter: http://twitter.com/sodomized




Por: Eduardo Santos

Guns N' Roses - Provável trailer do filme-show da banda em 3D





















A segunda tentativa de se levar um ‘show-filme’ da atual encarnação do GUNS N’ ROSES à tela grande em dois anos ganhou mais forma nessa semana quando um suposto – e não podemos sublinhar ‘suposto’ o suficiente – trailer do produto final de uma apresentação gravada durante a residência do grupo em Las Vegas no ano passado chegou à rede.
O vídeo de 3’09″, que pode ser visto abaixo, traz uma colagem de trechos de diversas execuções ao vivo e teria sido tirado do vindouro filme em 3D da banda “3D Appetite For Democracy — Live At The Hard Rock Hotel”, permeada por inserts e locução em off, com uma edição refinada, o que reforça a autenticidade do vídeo [que teve o brasileiro PEDRO GUIMARÃES dentre os integrantes da equipe de cinematógrafos que captaram o show].
A obra, que deve ser exibida nos cinemas à ocasião de seu lançamento em DVD/Blu-ray, não tem título totalmente confirmado nem tampouco data de lançamento oficializada pela banda.



Por - @Lucca_Heavy

Resenha: Ghost B.C. – Infestissumam





   Ghost B.C. é uma banda sueca formada em 2008, na cidade de Estocolmo.  Seus integrantes tem a identidade oculta, e tocam com capuz e máscara para não serem reconhecidos. O vocalista é conhecido como Papa Emeritus, e nesse novo registro se apresenta como Papa Emeritus II. Eles fazem um som mesclando Heavy Metal com uma boa dose setentista de bandas de Hard/Heavy, e também tem algumas influências de doom. Seu debut, Opus Eponymous, conseguiu levar a banda à altos níveis de popularidade. Em 2013, a banda chega com Infestissumam, registro com data de lançamento para 9 de Abril.
   O álbum começa com “Infestissumam”, faixa título que abre o trabalho de maneira sutil, com a participação de um coral proferindo versos em latim, enquanto a banda faz um som linear, e dando uma amostra do que está por vir. No final temos uma bela transição para a próxima faixa. “Per Aspera Ad Inferi” deixa nítido que a fórmula da banda não parece ter mudado, porém, ela se demonstra fraca perante todas as faixas do trabalho anterior, “Opus Eponymous”, e também perante o trabalho onde se insere. Seu refrão é totalmente sem graça e monótono. Acredito que foi um grande erro da banda iniciar com essa faixa, pois ela concede uma impressão que o “Infestissumam” é fraco, o que não é verdade. Realmente não me empolguei até o final da faixa, mas tudo mudou, pois a próxima faixa, a já conhecida “Secular Haze”, chega e destroça a mente do ouvinte, com suas frases marcantes e refrão pegajoso.  Com um efeito hipnotizante, é uma daquelas faixas que você quer ouvir insanamente e repetidamente até não suportar mais. “Jigolo Har Megiddo” mostra uma nova faceta da banda, uma sonoridade que inclui elementos modernos, lembrando algumas bandas de rock alternativo (principalmente as da safra britânica), no entanto, é importante lembrar que o som peculiar da banda não é deixado de lado. Uma das questões mais interessante dessa faixa é a sua estrutura, onde as guitarras mostram um rock despretensioso, feito de maneira simples e bastante moldado nos padrões comerciais.
   “Ghuleh / Zombie Queen”, eis aqui uma das melhores, senão a melhor faixa já feita pela banda. Com uma influência magistral e explícita de Pink Floyd, a vibe psicodélica e ao mesmo tempo melancólica dá as caras. Fiquei encantado com a faixa, e sinceramente, aos 1:12, quando os teclados entram, eu fiquei espantado com a quantidade de feeling que essa faixa exala, e me emocionei bastante na mesma, é até ridículo, visto a temática e proposta da banda, mas é a pura verdade. Quando achamos que a faixa está demasiadamente consistente em uma só diretriz, lá pela metade, nos deparamos com uma mudança brusca para uma levada agitada e até mesmo dançante (sim, eu falei dançante), onde o órgão dá a impressão que se está escutando  surf music. A transição é feita de uma maneira bem interessante, a faixa já vale a audição de todo o trabalho.
   Na segunda metade do trabalho, temos a também conhecida “Year Zero”, faixa para qual a banda já lançou um ótimo videoclipe. Extremamente pegajosa, e ao contrário  de “Per Aspera Ad Inferi”, mesmo com um simples refrão: “Hail Satan, Archangelo. Hail Satan, welcome year zero” consegue provocar um certo êxtase no ouvinte. Seguindo com “Idolatrine”, faixa com influência de pop rock, e que mostra que o Ghost criou uma nova proposta de sonoridade, onde se distancia cada vez mais do Heavy Metal, rótulo que lhe fora aplicado no debut. Depois temos “Body And Blood”, outra faixa já disponível para audição anteriormente ao lançamento do álbum.  Semelhante à “Jigolo Har Megiddo”, a faixa é mais um rock alternativo com uma sonoridade bem light, e com influência de britpop.
   “Depth Of Satan’s Eyes” é uma faixa que não me empolgou, e mostra uma banda perdida em meio a tantas influências, dos anos 60,70,80 e 90. Mas sem absolutamente nenhuma âncora para Heavy, Doom, ou qualquer subgênero da música pesada. Faixa totalmente dispensável.
   “Monstrance Clock” é a última faixa do álbum. Sem nenhum ponto a se destacar na sonoridade (exceto os teclados), o refrão segue a fórmula da fácil assimilação: “Come together, together as one, come together, for lucifer's son...”. No mais, também não é uma faixa empolgante, mas consegue encerrar o álbum com o mínimo de consistência.
   Concluindo, o Infestissumam é um bom álbum, mas é importante comentar sobre a mudança de direcionamento que percebemos em metade das faixas. Se você vai ouvir achando que o álbum é Heavy Metal, Doom, ou algo do tipo, pode esquecer. Black Sabbath, Pentagram, Mercyful Fate, não há nada disso aqui. A única influência que ainda perdura do primeiro álbum é a do Blue Oyster Cult. Mas se concentrando nas novas sonoridades exploradas pela banda, conseguimos perceber que a fonte mais notável é o pop rock, sim. Encontramos aqui a New Wave dos anos 80, e também muita coisa de Britpop, movimento que marcou seu auge nos anos 90, liderado por bandas como Oasis e Blur. Uma influência abordada e que me chamou a atenção foi a psicodelia melancólica do Pink Floyd na faixa “Ghuleh / Zombie Queen”. De extremo bom gosto, espero que continuem inserindo esse tipo de sonoridade num  futuro trabalho, pois a executaram com maestria.
   Uma coisa que eu realmente passo a temer para o futuro da banda, é a banalização da temática abordada no álbum, pois muitas vezes a sonoridade ocultista não estava presente para coincidir com as letras. Diferente do debut, eu percebi um Ghost mais voltado ao Pop Rock, e com sonoridades nada macabras. Duas faixas que eu acho exceção à esse julgamento são “Secular Haze” e “Year Zero”, que podiam muito bem estar no “Opus Eponymous”. Muitas vezes a banda também se perdeu em meio às influências, com músicas beirando o ócio. Ex: “Depth Of Satan’s Eyes”.
   Com relação à execução das músicas, a banda está de parabéns, também gostei muito do uso mais acentuado dos teclados. Agora o que resta é esperar para saber se o Ghost vai abandonar de vez suas raízes presentes no debut, se reinventando a cada lançamento, ou se até mesmo o flerte com o pop rock pode ser fatal. A banda vem cada vez mais alcançando novos ouvintes, chegando a níveis maiores de divulgação, e encontrando o mainstream. O Ghost tocará no Rock In Rio dia 19 de setembro, e os ingressos já estão esgotados para o festival. Seria de muito bom grado uma turnê pelo Brasil.

Informações técnicas

Tracklist:
1.           Infestissumam
2.           Per Aspera Ad Inferi
3.           Secular Haze
4.           Jigolo Har Megiddo
5.           Ghuleh / Zombie Queen
6.           Year Zero
7.           Idolatrine
8.           Body And Blood
9.           Depth Of Satan’s Eyes
10.         Monstrance Clock

Formação:
Papa Emeritus II                  Vocal
Nameless Ghouls                 Instrumentos

Lançamento: 9 de abril de 2013

Avaliação: 8,2
 Prós:

  •          Músicas cativantes e influências diversas.

 Contras:

  •          Perca de diretriz e proposta.


Por: Eduardo Santos


Resenha: Thyresis – Thyresis



 
   

   Thyresis é uma banda brasileira de death metal melódico formada em 2006 na cidade de João Pessoa, Paraíba. A banda é atualmente composta por Victor Hugo Targino no baixo e vocais, Eduardo Borsero (também no Soturnus) e Danilo Rufino nas guitarras e Demetrius Pedrosa (também no Metacrose) na bateria. Em 2011 lançaram seu debut, auto-intitulado, mixado pelo vocalista e baixista Victor Targino, e masterizado pelo renomado Jens Bogren, que tem em seu currículo bandas como  Kreator, Symphony X, Enslaved, Opeth, e Amon Amarth.
   O álbum começa com “Silent Monologue”, curta introdução instrumental que dá uma amostra do que poderemos encontrar durante todo o álbum. Em seguida temos “Journey”; a faixa começa com guitarras melódicas e uma bateria insana, cheia de blast-beats. Logo depois temos um momento bastante sólido, onde as guitarras fazem um lick de melodeath. Continuando na faixa, podemos perceber as diversas influências no som da banda: thrash metal no pré-refrão, e power metal no solo de guitarra, que devido a seu nível de epicidade, chega a lembrar bandas como o Rhapsody Of Fire. Enfim, o que temos é uma faixa que flerta entre o Death, o Thrash, e o Power Metal.
   Continuando com “Refugee”, outra curta faixa instrumental, só que dessa vez temos uma melodia bastante relaxante. “Voices Of Me” é uma faixa totalmente calcada no thrash, onde a seção rítmica não possue muitas variações, mas como sempre, a banda faz questão de deixar as frases melódicas de guitarras soltas ao longo da faixa. “Dispersed” é uma das faixas que mais fazem lembrar a cena escandinava dos anos 90, através de magníficos licks de guitarras temos um passeio entre diversos estilos, podemos perceber até mesmo uma âncora para o chamado viking metal aos 2:52. Com certeza uma das melhores, senão a melhor faixa do trabalho.
Esquerda para direita - Victor Hugo Targino (Baixo e voz), Demetrius Pedrosa (Bateria), Eduardo Borsero (Guitarras) e Danilo Rufino (Guitarras)
   Em “Broken Home” escutamos um trecho de um dos paranoicos discursos do senhor Charles Manson, uma das fuguras mais intrigantes da história. “A Dead Resource” é uma faixa extremamente pesada e com passagens de black metal melódico no refrão. “Beyond Infinity” talvez seja a faixa mais cativante do álbum, aquela que gruda na mente. A guitarra que ouvimos no refrão é black metal puro, daqueles que remetem a um velho Immortal, porém, a estrutura da faixa, num geral, tem mais influência de thrash.  Já “The Ties Of Ignorance” é thrash puro, tanto que a faixa me lembrou bastante o Sodom. “Inside” é mais uma curta instrumental calma, simplista e relaxante, mas na minha opinião, desnecessária. Acredito que essa passagem sonora poderia estar muito bem inserida em alguma faixa. “Strenght Within” realmente não me chamou a atenção, apesar de enérgica, não conseguiu me entreter em nenhum momento de sua extensão. Em “Thyresis”, faixa auto-intitulada, talvez temos a explicação para o nome da banda “Thy Resistance”, não tenho certeza, mas, quem sabe? [risos]. Uma ótima composição, acho que essa faixa deveria ter fechado o álbum. Bastante melódica, e com outro inflamado discurso do Manson.

   Na parte final do álbum, temos “Still Alive”, outra faixa que deveria ter sido descartada, afinal, o trabalho tem tantas ótimas músicas. Ainda bem que essa faixa está bem no final do álbum, pois, apesar de ter uma ótima letra, carece de atrativos na sonoridade.  Em seguida temos “Risen”, que ao contrário da faixa anterior, passa uma imensa energia, ou até mesmo emoção, em seu refrão:
“Wake up and see you are not all alone, distrust you gave and made your own fear grow, embraced the darkness and hid from the day, you felt so lost but was not given away”.  Destaque para a carregada cozinha, que proporciona uma imensa solidez a faixa.

   Para fechar o álbum temos “Silent Scream”, instrumental que eu também retiraria do álbum.   Ao final do trabalho, o que concluímos é que a banda é deveras competente, faz um som que agrega influências de Thrash, Death Melódico, Power, e Black Melódico. Com toda essa diversidade sonora, consegue alcançar uma sonoridade bem peculiar, que apesar de remeter a várias bandas (Dark Tranquillity, At The Gates, Immortal, Sodom, Rhapsody Of Fire), não soa cópia de nenhuma coisa já criada, e realmente impressiona como soam originais. Na parte lírica, a banda critica diversos formalismos e dogmas da sociedade, onde qualquer pensamento diferente da maioria é taxado negativamente. Todas as letras ficaram por conta do baixista e vocalista Victor Hugo Targino, exceto “Dispersed” e “The Ties Of Ignorance”, que são de autoria de Josué de Queiróz.
   Quanto aos pontos negativos, e que devem ser melhorados, ficam por conta da cozinha. O baixo está um pouco defasado na gravação, realmente eu senti falta do mesmo. Outro detalhe é que senti uma enorme carência de uma certa virtuosidade na cozinha. No caso da bateria, apesar de soar bastante pesada, cheia de blast beats, carece de viradas desconcertantes. Por último, também acho que a banda deveria ser mais seletiva na gravação de um próximo trabalho, visto que em meio a verdadeiras obras-primas, como “Risen”, “Journey”, e “Beyond Infinity”, temos algo como “Strenght Within” ou “Still Alive”.  No mais, nada que manche o incrível trabalho desses paraibanos. Um fato interessante, é que a sonoridade que eles buscam ainda não é muito popular no Brasil, que é um páis onde a maioria dos headbangers ainda estão nos anos 80. Eu sei que acabo sendo chato quando toco nesse assunto, mas realmente eu não consigo entender o repúdio à sonoridades modernas, mesmo quando elas soam extremamente competentes, como é o caso da Thyresis. Fiquei bastante empolgado com o trabalho, e espero ansioso um novo material desta banda, que possue um enorme potencial para continuar honrando o metal brasileiro.


Informações técnicas

Tracklist:
1.           Silent Monologue
2.           Journey
3.           Refugee
4.           Voices Of Me
5.           Dispersed
6.           Broken Home
7.           A Dead Resource
8.           Beyond Infinity
9.           The Ties Of Ignorance
10.         Inside
11.         Strenght Within
12.         Thyresis
13.         Still Alive
14.         Risen
15.         Silent Scream

Formação:
Eduardo Borsero                     Guitarra
Victor Hugo Targino                Vocal, Baixo
Danilo Rufino                           Guitarra
Demetrius Pedrosa                 Bateria

Lançamento: 15 de Setembro de 2011

Avaliação: 8,3
Prós:
  • Músicos extremamente criativos que conseguiram criar um som único e original através da mesclagem de vários gêneros.
  • Temática lírica bem abordada

Contras:
  • Carência de virtuosismo na cozinha

Links: https://www.facebook.com/Thyresis?fref=ts
http://www.thyresis.com/
https://twitter.com/Thyresis
http://thyresis.bandcamp.com/

Confira também a entrevista com a banda aqui.

Por: Eduardo Santos

Entrevista - Victor Hugo Targino(Thyresis)


   
 Thyresis é uma banda brasileira de death metal melódico formada em 2006 na cidade de João Pessoa, Paraíba. A banda é atualmente composta por Victor Hugo Targino no baixo e vocais, Eduardo Borsero (também no Soturnus) e Danilo Rufino nas guitarras e Demetrius Pedrosa (também no Metacrose) na bateria. Em 2011 lançaram seu debut, auto-intitulado, mixado pelo vocalista e baixista Victor Targino, e masterizado pelo renomado Jens Bogren, que tem em seu currículo bandas como  Kreator, Symphony X, Enslaved, Opeth, e Amon Amarth.
     
     A equipe do Brigada Metal entrevistou o baixista e vocalista Hugo Victor Targino, confira a seguir:


1 - Pra começar gostaríamos de saber, como foi formada a Thyresis?
Eu, meu irmão (Andrei Targino, atualmente guitarrista do Soturnus), Danilo (Rufino, guitarra) e nosso então primeiro vocalista Josué (de Queirós, vocal) nos juntamos em 2006 com a intenção de compor death metal melódico e eventualmente virarmos uma banda completa. Em um ano mudamos um pouco a formação e nos estabilizamos com Demetrius Pedrosa (Metacrose) como baterista, que está conosco até hoje. Desde então funcionamos como um quarteto, atualmente comigo no baixo e voz, Danilo e Eduardo Borsero (Soturnus) nas guitarras, além  de Demetrius.

2 - Percebemos que o trabalho de vocês tem diversas influências de diversos estilos. Quais as principais influências de cada membro?
Não sou uma pessoa muito presa a estilos. De heavy metal eu ouço de tudo, desde heavy tradicional e power metal, até death e prog metal, então posso dizer que tudo isso me influenciou e ainda influencia na hora de compor. Minhas bandas favoritas de metal são até meio contraditórias, pois ao mesmo tempo que adoro Metallica, sou fanático por Blind Guardian, Cannibal Corpse é a minha favorita de death metal, e Pain of Salvation é a banda do coração! Saindo dos estilos mais pesados, sou vidrado em rock progressivo (tipo Emerson, Lake & Palmer, Pink Floyd, Gentle Giant, Yes, etc) e adoro folk e country.

Danilo é o que mais possui influência de heavy e power de todos; são dois estilos que ele sempre ouviu e muito dessa sonoridade que o Thyresis possui vem das idéias e composições dele. Coisas com Iron Maiden, Iced Earth, Helloween, etc, são referências recorrentes.

Da parte de Eduardo, posso dizer que ele é bem eclético. Gosta de coisas muito pesadas como Cannibal Corpse, Amon Amarth e Kataklysm, ao mesmo tempo que ouve muita coisa que não é metal (como Ignite, por exemplo), e possui a cabeça bem aberta com relação a isso.

Demetrius é a força esmagadora do grupo. (risos) Ele gosta de energia, rapidez, peso, coisas empolgantes; é um entusiasta do death metal e da pancadaria. Mas também tem seus lados mais diversos, pois é fã de carteirinha de bandas como Orphaned Land, Blind Guardian, Jimi Hendrix, King Diamond, Metallica, dentre outras.

Podemos dizer que o Thyresis é uma banda bem abrangente, e pretendemos explorar isso cada vez mais nos próximos trabalhos.

3 - Como foi o processo de gravação do debut, e como foi ter o álbum masterizado pelo Jens Bogren?
Foi meio vagaroso. Começamos a gravar numa época em que estávamos sem um segundo guitarrista, funcionando apenas como um trio, e eu estava cursando faculdade em outra cidade. Então gravávamos no tempo que tínhamos livre e acabou demorando bastante. Foi uma experiência que nos ensinou a sermos mais organizados com as tarefas e a nos comunicar melhor.
Ter o álbum masterizado por Jens foi fantástico! Ele conseguiu elevar nosso som a um nível que sozinhos não teríamos conseguido. Após comparar a mix que eu tinha feito com a versão final pós-masterização que ele entregou vi que ele cuidou bem daquilo que estava a desejar.

4 - Vocês acham que a maioria dos headbangers ainda tem certa resistência a sons que fogem do old school? Se sim, como vocês vêem esse fato?
Depende do meio. Existem os headbangers que estão mais envolvidos com a cena e o estilo de vida old school, e eles gostam do que gostam, não costumam misturar muito as coisas. Por outro lado, uma cena paralela de bandas novas e estilos mais modernos está tomando cada vez mais força e espaço. Acho que cada um ouve o que quer sem ser obrigado, e todo mundo tem seu lugar e seu grupo. Mas obviamente, o respeito deve vir de ambas as partes e nenhum lado deve desmerecer o outro.

5 - Como vocês analisam a cena atual paraibana e a cena no Brasil em geral? Vocês acham que hoje é o melhor momento para qualquer banda começar, visto as eficazes ferramentas de divulgação? Ou o fácil acesso a materiais de diversas bandas acaba causando certa desatenção e desvalorização do underground?
A cena paraibana está evoluindo. As bandas estão cada vez mais profissionais e habilidosas e estão buscando com mais avidez seu lugar ao sol. Os lançamentos estão com mais qualidade as bandas estão se apresentando cada vez mais fora do estado, o que denota o interesse dos grupos em avançar para além daqui.

Apesar disso, não acho que estejamos na época mais propícia para se ter uma banda. Hoje em dia existem bandas demais, e está cada vez mais difícil sobressair. Gravar um trabalho de qualidade se tornou mais fácil e acessível, filmar um clipe minimamente decente também.
Acho que a solução é a busca de sonoridades cada vez mais inusitadas, se  quisermos evitar que desapareçamos no meio de um mar de bandas padronizadas, pois com tanto grupo fazendo a mesma coisa, quem vai se dar ao trabalho de ir atrás de “mais umaCerto –ia estava de bobeira no YouTube e bati o olho de ir atr padronizadas, pois com tant– grupo fazendo a mesma coisa, quem va“?

6 - Porque a inserção de trechos de discursos de Charles Manson ao longo do álbum?
Isso não foi algo planejado desde o início. Certo dia estava de bobeira no YouTube e bati o olho nas entrevistas dele. Fiquei meio espantado ao assistir, pois o que ele estava falando fazia extremo sentido e era de uma sensatez assustadora. Resolvi incluir o conteúdo no disco mais pela ironia, não por admiração à pessoa dele; pois não existe ironia maior do que um dito serial killer dizer coisas mais racionais sobre o modo como nosso mundo está funcionando do que um suposto político/homem-de-bem.

7 - Já que vocês são rotulados como Death Melódico, nunca pensaram em colocar um tecladista na banda? [risos]
Sim, já pensamos! (risos) No comecinho, quando tínhamos poucas músicas feitas, consideramos a ideia de complementar nossa sonoridade com teclados, mas isso acabou sendo deixado de lado. Hoje em dia eu até penso a respeito, mas sou um pouco mais receoso quanto ao que usar; sou fanático por sons antigos de teclado, como os órgãos Hammond, os pianos elétricos Fender Rhodes, sintetizadores analógicos e coisas do tipo. Se formos eventualmente explorar sonoridades de teclado em nossas composições, provavelmente será algo mais nessa linha, não esses teclados de brinquedo que tem muita gente usando por aí. (risos)

8 - O que podemos esperar da Thyresis? Vocês já tiveram novas ideias ou já começaram a compor alguma coisa nova?
As composições de nosso primeiro álbum todas datam de 2006 e 2007. Desde então compusemos muita coisa que ficou guardada e deixada de lado para lançamentos futuros. Pretendemos ainda em 2013 “revirar o baú” e filtrar as melhores ideias, compor coisas novas e explorar ao máximo o que essa formação pode fazer junta. Adianto logo que vai fugir muito do death melódico que as pessoas estão acostumadas, pois faz muito tempo que não estamos mais nessa vibe. Queremos buscar sonoridades novas, timbres diferentes, combinar influências mais diversas; em resumo, tentar inovar e sair do barco da mesmice.

9 - Para finalizar, agradecemos a banda, desejamos todo sucesso, e gostaríamos que vocês deixassem uma mensagem para os fãs.
Nós que agradecemos pela oportunidade e pelas ótimas perguntas; é sempre um prazer! Aos que acompanham nosso trabalho, gostaríamos de agradecer o apoio e interesse; espero que nossos próximos trabalhos possam agradar a todos e que tenhamos mais oportunidades de nos apresentarmos ao vivo! Nos vemos na estrada!

Por: MrEdu

Resenha de Show - CARMETAL - 08/03/2013


A Noite do Ceifador estava para começar, uma grande parte da cena Thrash já se fazia presente na Rua da Moeda, esse show marca muitos momentos importantes para a cena, um novo local para shows de metal,a volta de uma banda muito importante o Realidade Encoberta, e a consagração de uma nova a Beast Conjurator.

Mostrando que voltaram com força total o Realidade Encoberta fez um show perfeito e de alto nível, um HC de ótima qualidade onde se evidenciou o pequeno monstro Zeka Aranha na bateria acompanhado de um trabalho de guitarra e baixo perfeitos, a banda está mais que preparada pra tocar em qualquer show que for chamada.

Setlist
01 - Sintomas do Terror
02 - Postura Falsa
03 - Não deixem de lutar
04 - Suicídio
05 - S.O.S Identidade Humana
06 - Regime da Morte


A Falling in Disgrace também veio mostrando seu Death/Thrash Metal divulgando o disco "At the Gates of Death" a banda que este ano completa 5 anos de existência fez um show bruto e rispído como é de costume, com direito a um cover do Destruction "Thrash Ti'll Death" !


Chaosphere veio com gosto de vingança, vinda de uma apresentação problemática no Chaosfest a banda se redimiu com os fãs mostrando um show perfeito e estigante, novamente o frontman André Lyra provou ser um ótimo vocalista pra banda.


Setlist 
1. Side by side
2. The Infantry
3 . The Four Horsemen (Metallica Cover)
4. Hunters
5. Mission 666
6. Wings of Wisdom
7. The Black Gate
8. The Empire of Lost Souls

O Beast Conjurator entrou mostrando toda sua veia macabra, a introdução "When the Stars Align" já fazia uma prévia do Ancient Death Metal que viria, ao começar do show a violência do público chegou no seu apice rodas violentas fizeram o público invadir o "palco" trazendo alguns problemas para a segurança do local, essa  a qual trabalhou de forma muito profissional sem agredir o público nem nada fora do padrão.


Setlist
1. WHEN THE STARS ALIGN...
2. TORMENT IN DARKNESS
3. NECROMANTICAL BAPTISM
4. FIGHTING IN THE DEPTHS OF HADES
5. THE TREE OF DEATH 
6. OFFERINGS (TO THE GREAT MASTER)
7. THE CRAWLING CHAOS
8. COVEN OF DOOM
9 – SYMBOLIC IMMORTALITY (MASSACRE COVER)
10. ANCIENT SORCERY
11. AT THE WICKED CEREMONIAL
12. THE NAMELESS KULT
13. EVIL CONJURATION


Chegava a hora da banda carioca subir ao palco, os fãs já agitados e preparados para se unirem pelo metal, o show da banda foi tudo que se aguardava puro e bruto, sem frescuras ou brilho somente aquele tipo de metal mais underground possível!




Um saldo extremamente para aqueles que foram prestigiar mais uma noite de muito Thrash,Death e Speed Metal, com toda certeza aqueles que foram não se arrependeram!



Para conferir alguns vídeos do show acesse e se inscreva no canal do Brigada Metal no YOUTUBE !


Para mais fotos acesse os canais dos fotografos que colaboram com o Brigada Metal



Agradecimentos ao Alive Studio e a todos que apoiam o site e aqueles que compareceram ao show vocês fazem a cena viver!

Por - @Lucca_Heavy



 
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